Storytelling

Entenda como as técnicas de storytelling podem ajudar a construir a sua marca na internet

Por mais que você acredite que storytelling é uma técnica nova, pela crescente exposição do termo na área de negócios, ela é mais antiga do que parece.

Se formos fieis ao conceito de storytelling tradicional, podemos remeter à era de Sócrates, Aristóteles, Platão e companhia limitada. Porém, o storytelling não era uma ferramenta de marketing naquela época.

Storytelling é a mais recente expressão do mundo dos negócios para aquilo que as artes fazem muito bem: contar histórias.

O storytelling, na sua concepção tradicional voltado ao teatro, mais precisamente, na construção de roteiros. A evolução das artes fez com que o storytelling fosse levado aos cinemas e, hoje em dia para a TV.

E até ao marketing e os negócios.

Portanto, o storytelling é mais um dos conceitos pegos emprestados pela administração de outras áreas, como estratégia (que veio das forças armadas), resiliência (da física) e outras menos populares.

Mas, afinal o que é storytelling e como isso se aplica aos negócios?

Storytelling é um processo e não uma ferramenta.

Um processo que ajuda e criar belas histórias, despertando os gatilhos mentais – algo totalmente emocional – das pessoas para influenciá-los a tomar algum tipo de decisão.

Isso mesmo, estamos falando de uma ferramenta de persuasão para influenciar clientes a fazerem negócios com você.

Vamos abrir um pequeno parêntese aqui…

Há 2 gerações atrás, éramos influenciados por comerciais e ofertas que nos despertavam sentido de urgência: “compre agora e ganhe”, “só hoje”, “especial” e etc.

Hoje, nós somos influenciados por empresas que nos cativam, que geram empatia. Compramos Apple, Starbucks, Microsoft,  Mercedes, e qualquer outra marca por nossa empatia com elas.

E, só geramos empatia com as pessoas chamando a sua atenção. Mas, para ganharmos a atenção temos que criar histórias que despertem gatilhos emocionais em leitores.

E o storytelling é o melhor processo de produção do conteúdo que podemos gerar e presentear a comunidade online.

Assim, já relacionamos o storytelling ao processo de criação de conteúdo, ao marketing de atenção, para captarmos a atenção dos clientes, além de uma ferramenta de persuasão, seja na internet, ou em qualquer canal que a sua empresa atue.

As diferenças entre storytelling

Qual a diferença entre o storytelling e ele mesmo?

Por ser um processo, todos podem criar o método que mais lhe agradar: o herói de mil faces, a jornada do herói, a estrutura do vilão, e muitos outros que podem aparecer na dramaturgia.

E, nós acreditamos que toda essa metodologia funciona e é válida para a dramaturgia. Mas nos negócios, as pessoas não estão procurando os heróis, porque não queremos comprar de marcas divindade.

Queremos comprar de marcas que criem empatia conosco e, por isso, as marcas precisam estar no mesmo patamar de seus consumidores, não com divindades.

Por isso, primeiro desafio do storytelling não é guiar o consumidor através da história, mas sim a personalidade e a alma da sua empresa.

Entendendo o cérebro humano

Antes de mais nada, antes de falarmos mais sobre o storytelling e defini-lo como ferramenta não apenas de marketing, mas de marca e de negócios, vamos entender como o cérebro humano reage.

Mais especificamente, vamos falar de estímulo e resposta.

Estímulo e resposta nada mais do que ação e reação. Toda ação fornece um estímulo ao nosso cérebro, que nos possibilita agir contra, ou em direção a algo.

Com isso, concluímos que, com o estímulo certo, podemos fazer com que as pessoas venham em direção ao nosso produto. Podemos estimular simpatia, empatia, repulsa, raiva, atração e outros sentimentos que podem afastar ou atrair seu público.

Essa deve ser a essência do storytelling: criar o estímulo correto para fazer com que as pessoas ajam a seu favor, ao invés de contra você.

Com isso a sua história vai não apenas despertar a atenção do seu público, bem como fazer com que ele tome uma ação em algum sentido. A ideia é que o sentido seja a favor da sua empresa, não contra.

A personalidade da sua empresa precisa funcionar com um estímulo positivo ao cérebro de seus clientes.

Pense nisso antes de posicionar a sua marca.

As histórias colocam nosso cérebro para trabalhar.

As histórias colocam nosso cérebro para trabalhar.

Voltando ao storytelling

Tendo em mente a importância do estímulo e resposta para a conduta humana, e que o primeiro passo para se fazer storytelling é definir a personalidade da sua empresa, alinhando a sua marca aos traços de personalidade de seus clientes.

Aí começa a contação de histórias.

O processo de storytelling precisa deixar clara a personalidade e os princípios da marca através de alguns pontos:

  • Despertar a sua curiosidade (incidante incitante).
  • Prender a sua atenção (ganchos e clímax).
  • Criar empatia (desafios, e pontos de virada).
  • Ajudar a tomar uma decisão (desfecho).

O resto é detalhe. A linguagem precisa ser adaptada ao estilo do público que vai receber a história: se a sua marca tem como público, as pessoas de 60 anos, certamente a linguagem será diferente do público de 35 anos.

Tudo precisa ser adaptado. Não há verdade incontestável quando o assunto é storytelling. A escolha das palavras precisa ser precisa: elas são o canal transmissor da sua ideia.

Quando você transmite a sua ideia através da história, cada palavra precisa funcionar como segmentação de mercado. Cada afirmativa ou negativa precisa afunilar, negligenciar, cativar e moldar o seu público.

Ao fim de uma história, queremos que apenas as pessoas que pensam como a gente, que vivem o nosso estilo, que acreditam no nosso propósito de marca continuem com a gente.

O resto, queremos distância. Uma boa história precisa promover amor e indiferença ao mesmo tempo.

Amor das pessoas para as quais cuidadosamente estamos contando a nossa história através do processo de storytelling, junto com linguagem adequada e papéis bem definidos.

Indiferença de quem não queremos como cliente e com quem não queremos relacionar, porque temos expectativas diferentes e formas de pensar diferentes.

Uma boa história tem o poder de passar tudo isso. Assim como um belo roteiro, que é a alma do storytelling, a história vai servir como estimulo e resposta para seu público e agir contra ou a favor da sua empresa.

Afinal, o que é storytelling?

Nós acreditamos que o storytelling é um processo criativo de marcas digitais. Através dele podemos criar histórias que estimulam no nosso cérebro a tomar atitudes positivas em relação a uma marca ou um produto

E o storytelling não precisa ser escrito. Ele está por trás de uma apresentação de um novo produto da empresa mais amada do mundo.

Ele está nas histórias sobre a fórmula de Coca-Cola e do Swoosh (o símbolo da Nike), nas criações de Walt Disney.

Não estamos apenas falando de escrita. Estamos falando de um processo para todo o tipo de comunicação da sua empresa: vídeos, apresentações, infográficos, cursos, palestras, seminários, reuniões.

Estamos falando em uma história que vai guiar a cultura e o DNA da empresa enquanto ela existir.

A alma.

Se você ainda não entendeu, sugiro que você busque mais sobre as definição de storytelling começado por aqui: o que é storytelling?

Vamos falar sobre storytelling

Se você acredita que o método de storytelling pode ajudar a sua empresa a se transformar em uma grande marca, nós adoraremos bater um papo com você sobre o assunto.

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